MARCO HISTÓRICO
Caixa Econômica Federal alcança R$ 1 trilhão em crédito habitacional
A carteira de crédito habitacional do banco atingiu R$ 1 trilhão, com forte impulsionamento do programa Minha Casa, Minha Vida e uso do FGTS.
A Caixa Econômica Federal alcançou um marco sem precedentes nesta quinta-feira, 02/07/2026, ao registrar sua carteira de crédito habitacional em R$ 1 trilhão. A decisão, tomada internamente pela diretoria do banco, representa um crescimento expressivo de 14,2% em comparação com o mesmo período do ano anterior e demonstra a força do setor imobiliário e o papel crucial da Caixa no fomento à moradia no Brasil.
O programa Minha Casa, Minha Vida foi um dos principais impulsionadores deste resultado, respondendo por 58,4% do volume total. As contratações do programa atendem a famílias de diversas faixas de renda, viabilizando o sonho da casa própria e impactando diretamente a dignidade e a qualidade de vida de milhões de brasileiros. O FGTS também se destacou, com a permissão de uso de saldos para compor entrada, abater saldo devedor ou quitar parcelas, tendo respondido por cerca de 60% do valor total financiado no primeiro trimestre de 2026.
Atualmente, a Caixa Econômica Federal detém 68% do mercado de crédito habitacional, com 7,9 milhões de contratos ativos. Esses contratos abrangem 481 mil imóveis, beneficiando aproximadamente 1,44 milhão de pessoas. Em seis anos, a carteira mais que dobrou, saltando de R$ 483,6 bilhões em junho de 2020 para os atuais R$ 1 trilhão em junho de 2026, um aumento acumulado de cerca de 107%.
A decisão de utilizar os recursos do FGTS em financiamentos habitacionais, permitida desde outubro de 2025 para imóveis de até R$ 2,25 milhões financiados entre 2021 e 2025, além da regra geral de 2009 que autoriza seu uso no Minha Casa, Minha Vida, tem gerado resultados positivos. No primeiro trimestre de 2026, os financiamentos com recursos do FGTS cresceram 17,1%, superando o avanço de 9,1% dos financiamentos com recursos próprios da Caixa. Do total de R$ 64,2 bilhões concedidos no período, R$ 38,6 bilhões vieram do FGTS e R$ 25,6 bilhões dos recursos do banco.
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