DECISÃO SOBRE GÁS

ANP prevê atualizações no segmento de gás natural nesta sexta-feira (29)

Fachada do prédio da Agência Nacional de Petróleo.
Sede da Agência Nacional de Petróleo (ANP) em Brasília.

Agência Nacional de Petróleo votará consulta pública para acesso a gasodutos e unidades de processamento, em decisão que pode impulsionar a Lei do Gás e atrair investimentos.

A Agência Nacional de Petróleo (ANP) definiu, para esta sexta-feira, 29 de maio de 2026, a votação sobre a consulta pública para o acesso não discriminatório por terceiros a gasodutos e unidades de processamento de gás natural. A decisão, motivada pela necessidade de regulamentar o setor após a aprovação da Lei do Gás em 2021, é de extrema importância para a consolidação de um ambiente de negócios mais competitivo e atrativo no mercado de energia.

O foco da pauta da ANP na data estipulada é a avaliação de atualizações regulatórias cruciais para a implementação efetiva da Lei do Gás. A expectativa é que os processos votados definam as regras de escoamento, processamento e transporte do gás natural, impactando diretamente a infraestrutura e a dinâmica do mercado brasileiro.

O avanço regulatório proposto recebeu o endosso de 23 entidades representativas do setor produtivo e do mercado de gás natural. Em um manifesto conjunto, empresas produtoras, distribuidoras e grandes consumidoras de energia expressaram apoio à iniciativa, ressaltando que a decisão da ANP é fundamental para evitar adiamentos e aproveitar uma oportunidade histórica. A ação visa fortalecer a indústria nacional e garantir a transição energética do país, promovendo um ambiente capaz de atrair novos investimentos.

Entre as organizações que assinam o documento de apoio estão a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Abimetal (Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço), Abrace Energia (Associação Brasileira dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres), Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) e a União Pela Energia. Todas compartilham o entendimento de que os avanços regulatórios são centrais para o desenvolvimento do setor.

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