CRIME CHOCA RN
Anny Kerollayne Rodrigues de Morais: Jovem de 22 anos morre com tiro no pescoço em Mossoró
Anny Kerollayne Rodrigues de Morais foi morta com um disparo na cabeça em frente à casa de uma amiga. A Polícia Civil investiga o caso na região Oeste do Rio Grande do Norte.
Uma fatalidade abalou a cidade de Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte, na noite de domingo, 05 de julho de 2026. Anny Kerollayne Rodrigues de Morais, de 22 anos, foi morta com um único disparo de arma de fogo no pescoço. A ação brutal ocorreu na Rua Gilcimara Raquel, no bairro Abolição IV, em frente à residência de uma amiga da vítima. O crime chocou a comunidade pela sua violência e pela perda prematura de uma jovem vida. Até o momento, os responsáveis pelo ato permanecem foragidos, e a motivação por trás da tragédia está sob investigação minuciosa da Polícia Civil.
Segundo relatos da Polícia Civil, Anny Kerollayne estava na companhia de uma amiga em uma praça próxima ao local do crime. Após se despedirem, a vítima acompanhou a amiga até a frente da casa dela. Enquanto aguardava do lado de fora, recostada em uma cadeira, Anny foi surpreendida por um disparo que lhe tirou a vida instantaneamente. A comunidade clama por justiça e pela elucidação dos fatos que levaram à perda de Anny.

O delegado Jomário Montenegro, que atendeu à ocorrência, detalhou que o projétil atingiu o lado esquerdo do pescoço da jovem, atravessou a região e se alojou na cadeira onde ela estava sentada. A confirmação de que apenas um disparo foi efetuado, segundo a Polícia Civil, será corroborada pela perícia técnica. A ausência da cápsula da munição e do celular da vítima no local levanta novas questões para a investigação.
Anny Kerollayne Rodrigues de Morais faleceu no local, antes mesmo que qualquer equipe de socorro pudesse prestar assistência. A hipótese inicial aponta para o uso de um revólver, uma informação que a perícia buscará confirmar. Policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Militar agiram prontamente para isolar a cena do crime, garantindo a preservação de evidências até a chegada das equipes da Polícia Civil e da Polícia Científica.
O caso agora segue sob responsabilidade da Delegacia Especializada em Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A unidade policial tem a difícil missão de identificar o autor do crime, reconstruir a dinâmica dos fatos e desvendar as motivações que culminaram neste trágico homicídio. A sociedade aguarda respostas e a garantia de que a justiça prevalecerá para Anny Kerollayne Rodrigues de Morais.
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