Desorganização do TRE-RN se destaca nas eleições em Natal

A atual gestão do TRE-RN, presidida pelo desembargador Gilson Barbosa, está protagonizando nas eleições deste domingo, em Natal, o maior show de incompetência já realizado nos últimos pleitos. Eleitores estão sendo literalmente jogados de um canto para outro, sem que a equipe - previamente treinada pelo TRE-RN - possa orientá-los de forma devida. O titular do Blog do FM, jornalista Flávio Marinho, foi uma das vítimas desse descalabro. Ele compareceu a sua zona eleitoral, no UNI-RN. Lá foi informado de que o local mudou para a ALRN. Após o deslocamento, foi informado já na Casa Legislativa, de que o local certo seria novamente o UNI-RN.
A equipe responsável pelo acolhimento aos eleitores, infelizmente, não sabe informar de forma precisa a zona e seção corretas, podendo suscitar em uma evasão do eleitorado no referido pleito, já que muitos não disponibilizam de transporte próprio para tantos deslocamentos desnecessários. Fica a pergunta no ar: "Quem depende do transporte público, como fica?".
A sistemática, colocada em prática pelo TRE-RN, demonstra, claramente, a falta de organização, que prejudica não só os eleitores, como também os próprios candidatos, que, seguramente, perderão votos.
Assim como o jornalista Flávio Marinho, inúmeros eleitores também devem estar sendo prejudicados pela desinformação e desorganização do Tribunal. Quando questionado sobre a correta seção de votação, o pessoal (voluntários e funcionários públicos) do TRE-RN se limita apenas a sugerir que o eleitor busque as informações no aplicativo "e-Título". Mas quem não possui celular ou não dispõe de sinal de internet no aparelho?
DETALHE: "O titular do BLOG DO FM só conseguiu votar porque, diante de recepcionistas e colaboradores apáticos e desorientados do TRE RN, apareceu um "anjo da guarda" - um senhor de estatura mediana, trajando um terno preto, um pouco gordo e careca, que se prontificou a ajudar. Esse personagem, que deve ser alguém que faz parte da hierarquia do TRE-RN, ligou para uma possível secretaria do Tribunal, forneceu o número do meu título, para, enfim, a moça do outro lado da linha, dizer o meu local de votação".
Fica uma pergunta no ar: e quem não se depara com um "anjo da guarda" dessa natureza, o que faz?
Certamente vai embora e deixa de votar, indignado por ser jogado de um lado para outro, diante da incompetência do pessoal de campo, que, certamente mal treinado, está perdido como "cegos em tiroteio".
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