Decretos estadual e municipal ainda não preveem reabertura de missas e cultos, áreas de lazer nos condomínios e comércios nas praias de Natal

Apesar da boa notícia anunciada nessa segunda-feira pela Prefeitura do Natal e Governo do RN, com relação à reabertura gradual das atividades comerciais e serviços, alguns restrições continuam valendo para evitar a disseminação do coronavírus.
Missas e/ou cultos, por exemplo, ainda não estão permitidos. O uso das piscinas e áreas de lazer coletivo em condomínios também não está autorizado nesse primeiro momento de flexibilização.
Apesar do foco ser no comércio, os decretos ainda não possibilitam a reabertura das vendas informais nas praias, lagoas e afins.
GOVERNO DO RN
Fase 1 (1º a 14/07):
Atividades comerciais e demais serviços
- Alimentação I (restaurantes, lanchonetes, food-parks) de até 300 m2; 4 pessoas por mesa; 2m mesa a mesa/ 1m entre pessoas; Proibido de consumo de bebida alcoólica no estabelecimento.
Fase 2 (15 a 28/07):
- Academias em funcionamento sem uso de ar condicionado
-Centros Comerciais (sem ar condicionado central)
-Galerias Comerciais
Fase 3 (29/07 a 11/08):
- Academias em funcionamento com uso de ar condicionado
- Shoppings (com ar condicionado)
- Alimentação II (bares, restaurantes, lanchonetes, food-parks maiores que 300m2; 4 pessoas por mesa; 2m mesa a mesa/ 1m entre pessoas; Proibido de consumo de bebida alcoólica no estabelecimento. Não devem promover shows, festas e afins; É possível música ao vivo, desde que por 1 (uma) pessoa apenas (músico + instrumento).
CONFIRA AQUI O CALENDÁRIO E PROTOCOLO COMPLETO DA REABERTURA COMERCIAL NO RN
PREFEITURA DO NATAL
Na primeira fração, que começa nesta terça, terão autorização para funcionar alguns segmentos de serviços, dentre eles empresas de Recursos Humanos, de Comunicação, Agências de Publicidade, Centros de Distribuição, Distribuidoras, Agências de Turismo, Salão de Beleza e Barbearias. Também poderão abrir suas portas lojas de artigos de papelarias, produtos de climatização; bicicletas e acessórios, plantas e flores, vestuário, calçados, bancas de jornais, armarinho e lojas de artigos usados. Essas atividades serão liberadas primeiro exatamente por terem maior capacidade de controle de protocolos, gerarem pouca aglomeração e se encontrarem em situação econômica mais crítica.
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