Contágio da pandemia volta a cair no Brasil e se mantém em redução no RN e Natal

Na vigésima quarta semana de monitoramento, 35ª semana epidemiológica, apresentamos os gráficos e a análise da evolução da COVID-19, no Brasil, no RN e em Natal, elaborados pelo engenheiro Henrique Santana, com base em dados oficiais publicados pelo Ministério da Saúde (https://covid.saude.gov.br/) e pelo LAIS/UFRN/SESAP (https://covid.lais.ufrn.br/). Semanalmente são atualizados os números que originam esses gráficos, apenas no RN e em Natal, com o registro dos casos diferidos incluídos nas datas de suas ocorrências.
No Brasil, depois de duas semanas de crescimento, o número de novos infectados com a COVID-19 voltou a cair. Nos últimos 7 dias houve uma redução de 24%. Essa variação é característica dessa pandemia, sem que se inverta de forma consistente a tendência de queda no contágio. Desde o início de agosto, próximo ao pico pandêmico, houve uma redução de -61% em relação à semana de 04/08. Da mesma forma, a média móvel de óbitos causados pelo SARS-CoV-2 apresenta um comportamento típico com grande variação, porém com redução média sustentada desses números, apresentando nessa semana o seu menor valor desde o platô da pandemia.


No RN, a inclusão de casos diferidos de novos infectados nas datas corretas revela o comportamento de grande instabilidade nos dados desta pandemia, conforme fica evidente no GRÁFICO 03. Mesmo assim, nos últimos 7 dias tivemos uma variação de -90% e de -92% se considerados os últimos 14 dias. Quanto ao número médio móvel de óbitos diários, o estágio epidemiológico de redução se configura e permanece estável desde 20/10. Nesta semana houve um decaimento de -31% e de -36% em relação há duas semanas.


Da mesma forma, em Natal, a inclusão de casos anteriores e comprovados agora, em suas datas corretas, cria uma irregularidade gráfica na tendência dos números de novos casos de infectados com o coronavírus e de óbitos causados por essa doença. Observa-se uma grande redução da média de novos casos da COVID-19 nos últimos sete dias, da ordem de -83% e de -85% em relação aos últimos 14 dias. Quanto a óbitos, esta oscilação se repete, embora o estágio epidêmico reduzido se confirme estável nas últimas 3 semanas, com médias diárias muito baixas.


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