JUSTIÇA ELEITORAL DECIDE

TSE marca para 2 de junho o julgamento do recurso de Castro

Foto de Cláudio Castro
Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro.

A Corte analisará o apelo do ex-governador do Rio de Janeiro, que busca reverter a inelegibilidade até 2030. A decisão impacta o futuro político do Estado e o formato da sucessão.

bloco_governo { "type": "paragraph", "data": { "text": "O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu para a terça-feira, 2 de junho de 2026, o julgamento do recurso apresentado pelo ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). A decisão ocorre após o Tribunal ter imposto ao político a penalidade de inelegibilidade até 2030, sob a acusação de abuso de poder durante as eleições de 2022. Esta nova data é crucial, pois o desfecho do julgamento poderá influenciar diretamente a dignidade política do ex-gestor e a forma como o Rio de Janeiro definirá seu próximo líder." } } bloco_governo { "type": "paragraph", "data": { "text": "Castro optou por renunciar ao cargo de governador na véspera do julgamento inicial no TSE. A manobra foi interpretada como uma estratégia para adequar-se ao prazo de desincompatibilização, exigido para quem almeja concorrer ao Senado Federal. Embora tenha desistido de sua pré-candidatura ao Senado na sexta-feira, 28 de maio, o ex-governador tinha até 4 de abril para deixar o posto." } } bloco_governo { "type": "paragraph", "data": { "text": "Com a saída de Castro, o TSE determinou que a escolha de seu sucessor deveria ocorrer por meio de eleições indiretas. Nesse cenário, os deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro seriam os responsáveis por eleger o novo governador, a fim de completar o mandato restante." } } bloco_governo { "type": "paragraph", "data": { "text": "A renúncia antecipada foi vista por muitos como uma tentativa de moldar a forma como a sucessão seria conduzida. Ao deixar o cargo antes da decisão judicial final, o ex-governador criou um contexto que favoreceu a realização de eleições indiretas." } } bloco_governo { "type": "paragraph", "data": { "text": "Diante da vacância do governo estadual e da ausência de um vice-governador, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, assumiu interinamente a chefia do Poder Executivo fluminense." } } bloco_governo { "type": "paragraph", "data": { "text": "Em contrapartida, o PSD (Partido Social Democrático) apresentou uma contestação ao Supremo Tribunal Federal (STF), defendendo a realização de eleições diretas. A legenda argumenta que a população do Rio de Janeiro deve ter o direito de escolher seu governador diretamente, por meio do voto popular." } } bloco_governo { "type": "paragraph", "data": { "text": "O STF aguarda o posicionamento do TSE antes de deliberar sobre a questão eleitoral. A decisão do tribunal eleitoral sobre o recurso de Castro pode influenciar a interpretação da Corte sobre o formato adequado para a sucessão." } } bloco_governo { "type": "paragraph", "data": { "text": "A necessidade de eleições para completar o mandato se deve à completa ausência de linha sucessória no estado. Em 2025, o ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo para integrar o Tribunal de Contas do Estado, deixando o Rio de Janeiro sem vice-governador." } } bloco_governo { "type": "image", "data": { "url": "https://static.poder360.com.br/2026/03/claudio-castro-rj-out2025-848x477.jpg", "caption": "Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro.", "alt": "Foto de Cláudio Castro" } } bloco_governo { "type": "paragraph", "data": { "text": "Esta notícia foi originalmente publicada pela Agência Brasil em 29 de maio de 2026 e adaptada para o padrão do Poder360, sendo livre para republicação mediante citação da fonte." } }

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