CRIME DE EXPLORAÇÃO

Professor de jiu-jítsu preso por estuprar alunas e traficá-las para empresários no Amazonas

Professor de jiu-jítsu Carlos Vieira Holanda preso em Manaus
Professor de jiu-jítsu Carlos Vieira Holanda foi preso em Manaus. (Foto: Divulgação/PCAM)

Carlos Vieira Holanda é investigado por abusar de ao menos sete adolescentes e oferecer a elas a empresários em troca de dinheiro. Ele foi detido em Manaus após um mês foragido.

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A Polícia Civil do Amazonas (PCAM) capturou, na manhã de segunda-feira, 06/07/2026, em Manaus, o professor de jiu-jítsu Carlos Vieira Holanda. Ele é investigado por crimes graves como estupro de vulnerável, importunação sexual e exploração sexual de adolescentes. A prisão encerra um mês de foragido para o suspeito, que segundo as autoridades, estuprava alunas e as intermediava com empresários, em troca de benefícios financeiros.

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A Polícia Civil do Amazonas (PCAM) capturou, na manhã de segunda-feira, 06/07/2026, em Manaus, o professor de jiu-jítsu Carlos Vieira Holanda. Ele é investigado por crimes graves como estupro de vulnerável, importunação sexual e exploração sexual de adolescentes. A prisão encerra um mês de foragido para o suspeito, que segundo as autoridades, estuprava alunas e as intermediava com empresários, em troca de benefícios financeiros.

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A ação foi conduzida por agentes da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), que cercaram a residência do investigado. A polícia descobriu que Carlos Vieira Holanda havia modificado a estrutura do imóvel, instalando tábuas em telhados de casas vizinhas, em uma tentativa de facilitar uma fuga. Apesar do plano, ele foi cercado e detido em pontos estratégicos que já haviam sido mapeados pela equipe policial.

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A ação foi conduzida por agentes da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), que cercaram a residência do investigado. A polícia descobriu que Carlos Vieira Holanda havia modificado a estrutura do imóvel, instalando tábuas em telhados de casas vizinhas, em uma tentativa de facilitar uma fuga. Apesar do plano, ele foi cercado e detido em pontos estratégicos que já haviam sido mapeados pela equipe policial.

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As investigações revelam um esquema perverso: além dos abusos cometidos diretamente pelo professor, ele oferecia as adolescentes a empresários e patrocinadores em troca de vantagens financeiras. Uma das vítimas teria sido coagida a produzir conteúdo sexual para um empresário, recebendo em troca benefícios de apoiadores ligados ao esporte. A PCAM já identificou os empresários envolvidos, que também responderão criminalmente.

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Carlos Vieira Holanda utilizava sua posição para atrair as jovens, apresentando-as como 'meninas novas' no esporte e prometendo quimonos, auxílio financeiro e pagamento de inscrições em campeonatos. Sob esse pretexto, ele as levava para locais inadequados, como hotéis, onde os abusos teriam ocorrido. Até o momento, sete adolescentes foram identificadas, mas a polícia suspeita que o número de vítimas seja maior e pede que outras possíveis denunciem.

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As vítimas relataram ter encontrado coragem para denunciar após a repercussão de outros casos de violência sexual no esporte. Elas afirmam que o professor usava sua influência para intimidá-las e minimizar a gravidade de suas condutas. Durante a abordagem, um homem que tentou avisar o professor sobre a chegada dos policiais foi contido. A PCAM investigará todos que auxiliaram o foragido.

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Em depoimento formal na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente, Carlos Vieira Holanda exerceu seu direito de permanecer em silêncio, alegando informalmente ser inocente. Questionado sobre o motivo de ter se mantido foragido, ele não respondeu. A PCAM ressalta que o caso é tratado como um episódio isolado, enfatizando que o esporte, em sua essência, é um ambiente saudável, apesar de criminosos tentarem se aproveitar de suas estruturas.

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Em depoimento formal na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente, Carlos Vieira Holanda exerceu seu direito de permanecer em silêncio, alegando informalmente ser inocente. Questionado sobre o motivo de ter se mantido foragido, ele não respondeu. A PCAM ressalta que o caso é tratado como um episódio isolado, enfatizando que o esporte, em sua essência, é um ambiente saudável, apesar de criminosos tentarem se aproveitar de suas estruturas.

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