PESCA ILEGAL COMBATIDA
PRF apreende 250 kg de pescado irregular no RN
Ação da Polícia Rodoviária Federal em Goianinha e Canguaretama retira mais de um quarto de tonelada de produtos sem documentação das estradas. Medida visa proteger saúde e meio ambiente.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) interceptou na quarta-feira, 06 de maio de 2026, mais de 250 quilos de pescado transportados de forma irregular na BR-101, em operações realizadas nos municípios de Goianinha e Canguaretama, no Rio Grande do Norte. A ação da PRF visa coibir o comércio ilegal, que prejudica a sustentabilidade dos recursos marinhos e a saúde pública, além de desrespeitar as regras fiscais e ambientais estabelecidas para o setor pesqueiro.
\n" }, { "blockName": "core/paragraph", "attrs": {}, "innerBlocks": [], "innerHTML": "\nA primeira interceptação ocorreu por volta das 12h30, no quilômetro 144 da rodovia, em Goianinha. Na ocasião, a PRF encontrou 100,65 quilos de atum sendo transportados ilegalmente em uma caminhonete Chevrolet Montana LS de cor preta.
\n" }, { "blockName": "core/paragraph", "attrs": {}, "innerBlocks": [], "innerHTML": "\nO condutor, um homem de 65 anos, não possuía a documentação fiscal e sanitária obrigatória para o transporte do produto, evidenciando o risco à procedência e à segurança alimentar.
\n" }, { "blockName": "core/paragraph", "attrs": {}, "innerBlocks": [], "innerHTML": "\nPoucas horas depois, às 15h30, uma segunda ação no quilômetro 158 da BR-101, em Canguaretama, resultou na apreensão de 150 quilos de pescado, incluindo atum e albacora.
\n" }, { "blockName": "core/paragraph", "attrs": {}, "innerBlocks": [], "innerHTML": "\nA carga estava em uma caminhonete Fiat Strada Trek Flex, de cor bege, cujo motorista, um homem de 32 anos, igualmente carecia da permissão necessária para a movimentação da mercadoria.
\n" }, { "blockName": "core/paragraph", "attrs": {}, "innerBlocks": [], "innerHTML": "\nAmbos os casos foram imediatamente encaminhados ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A instituição definirá as sanções administrativas e as implicações criminais pertinentes, buscando responsabilizar os envolvidos e desestimular a prática ilegal que afeta a biodiversidade marinha e a economia formal.
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