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Oito homens são indiciados por plano de ataque ao UFC na Casa Branca
Justiça dos EUA aponta que grupo planejava assassinar Donald Trump e autoridades com uso de drones e atiradores durante celebração em 14 de junho de 2026.
Um júri federal indiciou oito homens por articularem um atentado terrorista contra o evento de UFC (Ultimate Fighting Championship) realizado na Casa Branca em 14 de junho de 2026. A decisão foi formalizada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos e revelada em comunicado oficial na quinta-feira, 09/07/2026.
O plano mirava as comemorações dos 250 anos da independência dos Estados Unidos, ocasião em que o presidente Donald Trump (Partido Republicano) celebrava seu aniversário de 80 anos na presença de autoridades e congressistas. A gravidade da trama reside na complexidade da execução planejada, que envolvia drones carregados com explosivos para atingir a ala norte da Casa Branca, forçando a evacuação dos presentes para um perímetro onde atiradores estariam posicionados.
Conforme os autos do processo, que tramita no Estado de Ohio, os acusados — com idades entre 19 e 32 anos — responderão por conspiração, fornecimento de apoio material a terroristas e intenção de cometer assassinatos em território federal. Entre os alvos listados pelo grupo estavam o vice-presidente JD Vance (Partido Republicano), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu (Likud), e o bilionário Elon Musk.
A desarticulação do plano ocorreu após a intervenção da família de um dos investigados. Em 10 de junho de 2026, a mãe de Tycen C. Proper, de 19 anos, contatou as autoridades após identificar compras suspeitas de munições e armas de fogo pelo filho. A denúncia levou o FBI (Federal Bureau of Investigation) a encontrar um arsenal, incluindo fuzis de assalto, na residência do jovem.
As investigações revelaram que o grupo se articulava por meio de aplicativos criptografados e redes sociais, como Signal, SimpleX, Discord, TikTok e Instagram, sob o nome de Vanguard of the Old (“Vanguarda do Antigo”). A retórica extremista defendia a destruição das instituições vigentes para uma suposta reconstrução do país. O processo, que apresenta caráter definitivo quanto ao indiciamento, segue sob análise judicial, restando aos advogados de defesa o direito ao contraditório durante o rito processual.
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