DECLARAÇÃO SOBRE LEGENDA
Lula resgata fala de Maria da Conceição Tavares sobre o PT em discurso no Inpe
Presidente recordou reflexão da economista durante evento no interior de São Paulo. Cenário eleitoral mostra polarização e desafios na segurança pública.
O presidente Lula (PT) relembrou, na última sexta-feira (7), uma declaração atribuída à economista e ex-deputada Maria da Conceição Tavares sobre o Partido dos Trabalhadores (PT). A fala foi proferida durante um discurso realizado no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos, interior de São Paulo.
Ao compartilhar a memória de uma conversa com a economista, Lula citou o questionamento dela sobre o direcionamento do partido aos mais pobres. Segundo o petista, Maria da Conceição Tavares teria defendido a identidade da legenda com a seguinte frase: “O PT é uma merda? É. Mas é minha merda, não é a sua. Então, só eu posso falar dela”. O relato serviu para ilustrar a trajetória do partido entre trabalhadores que enfrentavam dificuldades econômicas.
Cenário Eleitoral e Desafios
A 52 dias do primeiro turno das eleições, os candidatos da chamada “terceira via” — Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) — mantêm-se estagnados, sem superar a marca de 5% das intenções de voto. O levantamento destaca a polarização consolidada entre Lula, que lidera com índices entre 39% e 42,4%, e Flávio Bolsonaro (PL), que aparece entre 28,7% e 35%.
Enquanto isso, a segurança pública enfrenta crise no Complexo Penal de Alcaçuz, em Nísia Floresta. O Sindicato dos Policiais Penais do Rio Grande do Norte (SINDPPEN) acionou a 1ª Vara Regional de Execução Penal para denunciar que apenas 14 agentes são responsáveis pela custódia de 1.796 detentos, uma média de um policial para cada 128 internos.
No âmbito regional, o Parque de Exposições Armando Buá prepara-se para a Festa do Bode, que terá início nesta quinta-feira (13). A estrutura da 26ª edição foi ampliada para receber um número recorde de animais, com 32 novas baias.
Já no processo eleitoral, uma novidade nas Eleições Gerais de 2026 prevê que os dois últimos eleitores de cada seção acompanhem a impressão do boletim de urna, medida que visa ampliar a transparência do pleito.
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