LUTO NO SENADO

Laudo aponta causa da morte do senador Lindsey Graham

Senador Lindsey Graham discursando em Kiev dias antes de seu falecimento.
O senador norte-americano Lindsey Graham fala com a imprensa em Kiev, capital da Ucrânia, em 10 de julho de 2026 — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko

O senador norte-americano Lindsey Graham, do Partido Republicano, faleceu após uma dissecação da aorta aos 71 anos.

O senador norte-americano Lindsey Graham, integrante do Partido Republicano, faleceu na noite de sábado, 11 de julho de 2026, vítima de uma dissecação da aorta. O quadro clínico, que consiste em uma lesão na principal artéria responsável pelo bombeamento de sangue do coração para o corpo, foi agravado por uma doença cardiovascular arteriosclerótica.

A confirmação da causa da morte foi divulgada por seu gabinete neste domingo, 12 de julho de 2026, com base em resultados preliminares emitidos pelo Instituto Médico Legal do Distrito de Colúmbia, em Washington, D.C. Embora o relatório ofereça clareza sobre o evento fatal, o certificado de óbito definitivo permanece pendente, dependendo de exames microscópicos e toxicológicos adicionais para uma conclusão formal.

A perda do parlamentar, que estava em seu quinto mandato e presidia o Comitê de Orçamento do Senado, gerou comoção entre aliados e adversários políticos. O presidente Donald Trump lamentou profundamente o falecimento, descrevendo o senador como um membro da família, e determinou que as bandeiras dos Estados Unidos sejam hasteadas a meio-mastro até o próximo sábado, 18 de julho de 2026.

Além de sua influência na política externa dos Estados Unidos, Lindsey Graham era conhecido por sua trajetória de mais de três décadas, marcada por uma atuação incisiva na defesa da segurança nacional e na política militar. A sucessão parlamentar na Carolina do Sul caberá ao governador Henry McMaster, que deverá nomear um substituto temporário para ocupar a cadeira de Graham até janeiro de 2027, conforme as normas locais.

O falecimento do senador deixa uma lacuna significativa não apenas na política interna americana, mas também no cenário internacional, dado seu papel ativo na articulação de alianças e sanções, como as discutidas recentemente durante sua última missão oficial em Kiev, na Ucrânia.

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