MODELO DE CONVENIÊNCIA

Franquia de minimercados pet alcança 60 unidades em condomínios no Brasil

Fachada de unidade do mini mercado pet dentro de condomínio
Ideia de mini mercado pet em condomínios vira franquia com mais de 60 unidades — Foto: Reprodução/PEGN

Rede de autoatendimento expande presença em estados brasileiros com foco em praticidade para tutores e operação enxuta para investidores.

Uma rede de minimercados de autoatendimento voltada ao setor pet consolidou sua presença no mercado brasileiro ao atingir a marca de 60 unidades instaladas em condomínios residenciais. A expansão, concretizada em menos de um ano, foi decidida pelo fundador Fabrini Moscattini para suprir a demanda por conveniência de tutores que enfrentam imprevistos no cuidado com seus animais de estimação.

O modelo de negócio nasceu da experiência pessoal de Fabrini Moscattini, que identificou a dificuldade de adquirir itens básicos, como ração e produtos de higiene, em horários noturnos ou de emergência. Ao adaptar o conceito de minimercados autônomos para atender exclusivamente cães e gatos, o empreendedor buscou oferecer uma solução que alia acessibilidade física e agilidade.

A operação funciona de forma ininterrupta, 24 horas por dia, permitindo que os moradores realizem compras por meio de totens de pagamento sem a necessidade de deslocamento externo. O sucesso dessa iniciativa reflete-se na capilaridade da rede, que já está presente em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Pernambuco, Tocantins, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

Para garantir a eficácia do serviço, a franqueadora realiza um levantamento prévio do perfil de consumo e da quantidade de animais presentes em cada condomínio. Essa estratégia de personalização do mix de produtos visa tanto o bem-estar dos animais quanto a rentabilidade dos franqueados, que operam com custos reduzidos pela ausência de necessidade de funcionários permanentes no local.

A percepção de valor pelos usuários é um dos pilares da expansão. Moradores como a aposentada Solange Lourenço, tutora do cão Luke, relatam que a presença do ponto de venda interno eliminou transtornos logísticos rotineiros. Com um investimento inicial que varia entre R$ 15 mil e R$ 40 mil, e faturamento mensal estimado entre R$ 10 mil e R$ 40 mil por unidade, a rede mira agora o vasto potencial dos 300 mil condomínios residenciais existentes no Brasil.

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